19 de março de 2009

DAY AFTER



E nada como um dia depois do outro...
Assim é a vida, graças à Deus!

Sabe aquelas frases feitas? Tipo: a vida é como um caderno escrito à caneta, que não dá para apagar! (essa foi péssima!)... Ou uma do orkut: "Sorte de hoje: Ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final!!!"

???

Pois é...há algum tempo descobri que devo mudar algumas coisas na minha vida, fazer diferente, valorizar realmente tudo o que conquistei em anos de luta.
Descobri que minhas ações não condizem com o meu discurso. Isso me chateia, assim como chateia as pessoas mais próximas de mim.
E eu preciso modificar as coisas que não me fazem bem.

Descobri também que meu maior pecado é ser vaidosa.
Entendi essa semana o que é a vaidade: não é se arrumar, se cuidar, andar limpinha...a vaidade que só me traz problema é aquela que me faz crer que eu sou a mais especial, a mais bonita de todas, a mais legal, a última bolacha do pacote, a última Coca-Cola do deserto, sabe?
Chega a ser ridículo, mas meu EGO (em letras maiúsculas!!!) é o mais inchado que já conheci! Muito ridículo!
Escutei assim: "se você não quer tal coisa, por que fica alimentando?"
Realmente: não tem explicação. Mesmo!!!

Mas, como sempre, aprender com os erros tem seu lado bom: ao invés de ficar me martirizando (acontece às vezes), estou vendo o quanto eu estava sendo relapsa com várias coisas que dependem de mim para viver. E eu delas.

Eu não sou boa com plantas, não gosto muito, tenho preguiça de cuidar. Mas eu estava assim com as pessoas. E o amor é como uma planta, todo mundo sabe disso. Mesmo assim, estava eu lá, deixando-o secar. Besta demais!!!

Mas é isso: agora estou cheia de gás, de idéias, de planos. E o nosso lema passou a ser...REALIZAR!

Aguarde historinhas felizes, de uma mulher apaixonada, com um marido TDB, e três crianças especiais...
Até!!!

SOBRE A FOTO: mesmo com o tempo nublado, vamos seguindo em frente. O sol voltou a brilhar!

12 de março de 2009

ATUALIZADO.COM



De volta...
Assim como diz o “Bial” no BBB. Eu odeio quando ele fala isso, porque fala todo dia e em todo intervalo. Porém, já virou marca registrada.

E por falar em marca registrada...muito legal...todos nós temos uma, ou duas ou cem!
Eu comprei um perfume agora que é a minha mais nova marca registrada. Ai, que delícia, que cheirinho de mato queimado, que fixação, que monte de coments...rs
Outra marca registrada que eu tenho é meu sorriso. Como me ilumina, como conquista, como enche as pessoas de boas vibrações.
Às vezes ouço coisas legais a esse respeito...acho legal demais deixar algo positivo nas outras pessoas, como lembrança. Já que vivo me mudando, já que não tenho grana para mandar presentes...leva meu sorriso prá você!
Essa história de mudar demais também é uma história...eu estou acostumada a sair, e deixar todo mundo prá trás. É triste também, mas eu é quem ia embora, cheia de esperanças, de coisas a descobrir, então ia feliz da vida nas minhas mudanças pelo mundo afora. Agora acontece que me vejo ficando e os outros indo embora...É ruim demais essa sensação!
Sabe quando tudo o que você faz ou vê te lembra alguém? Os lugares, os gestos, as piadinhas ruins, as músicas, a lixeira...sim, a lixeira!

Tem horas que eu tenho certeza que não sou muito certa...nem eu me entendo...
É raro, mas de vez em quando aparece gente doida que nem eu, gente que sabe do que eu estou falando. Nossa, é bom demais perceber que não sou a única, a única que pensa bobagens sem tamanho, a única que não quer ser perfeita. Muuuiiito bom!!!

Cara...outra marca minha é saber sentir saudade...Profundo isso!

ATUALIZADO!

PS: a foteenha é de 2 anos atrás...mas a marca registrada continua...

19 de outubro de 2008

Irreversível: essa é a palavra que define tudo hoje!



De volta, com novidades.
Num dos últimos post, contei sobre meus novos rumos. De lá prá cá já se passaram quase três meses e todo o medo e a incerteza foram embora quase que no mesmo instante em que eu pisei nesse solo goiano e me apaixonei logo de cara.
Nos primeiros dias meu corpo sentiu o calor, a falta de umidade, a sequidão.
No primeiro mês meu coração sentiu a solidão: longe dos meus pais, dos meus irmãos e até do meu marido. Longe de todos os lugares onde eu já estive ou já imaginei estar.
Estranho...mas n'outras épocas eu ficaria dentro de casa 100% do tempo que fosse possível. Eu disse n'outras épocas...eu aqui, só com meus filhos, fui feliz como nunca tinha sido nessas situações. Porque eu não esperei por ninguém, porque eu fiz o que eu quis fazer, porque eu saí quando eu tive vontade de sair, eu andei a pé por aí.
Eu adoro ser livre e chegar num lugar desconhecido te dá essa possibilidade.
Eu não quero saber se aqui TODAS as mulheres andam de salto alto dia e noite, nem se usam cabelos longos alisados. Eu sempre quero ser EU. Eu saio de casa de chinelo, se eu quiser, porque meu pensamento está ligado no que somos, não no que parecemos ser. Eu saio de casa com meu crespinho curto, que nem de longe é o meu cabelo preferido, porém eu assumo ele, porque é o que eu tenho agora, é o que eu sou agora.
Eu não gosto da falsa beleza. Aliás, não gosto de falsidade em nada. Eu gosto da beleza que há na verdade.
Como diz um cara que conheci aqui: "Entendeu o raciocínio?"

E por falar nesse cara, é o meu chefe. Pois é, agora eu tenho um chefe, porque agora eu tenho um trabalho. Na realidade, trabalho eu sempre tive, muito, mas era em casa. Sempre tive prazer em cuidar da minha família e da minha casa. Porém o tempo passa. Eu via todo mundo saindo de casa prá trabalhar ou estudar e fui me sentindo inerte. Fui me sentindo por fora. Pensei: preciso fazer alguma coisa por mim...
Tem horas que eu me acho maluca, mas minha maluquice me joga adiante. Eu não sou acomodada de maneira nenhuma, eu sempre quero mudar quando é preciso, e fui atrás do meu desejo, corri atrás do meu tão sonhado emprego e consegui.
Você não sabe a felicidade que senti ao pegar meu primeiro pagamento, meu primeiro holerite.
Prá maioria das pessoas isso não tem nada de mais, mas para mim foi como acertar na loteria.
Eu estou feliz demais, demais, demais!
Muito bom sair de casa, conversar com gente diferente, aprender, conhecer.
Eu mudei e tudo mudou ao meu redor.
Bom demais!

Meu blog (casinha virtual) já era meio abandonadinho quando eu ficava em casa, então imagina agora. Já pensei em desistir disso aqui, mas não consigo. Há uma força que me move, um carinho por esse contato com algumas pessoas que sei quem são, que me visitam aqui, e também pelos desconhecidos que lêem.
Inexplicável, compreensível, inevitável, irreversível.

As fotos, a partir de agora, serão bem pessoais, fotografadas por mim. Impossível não querer mostrar o quanto esse lugar têm sido especial. Pode ser que amanhã eu não esteja mais aqui, mas não esquecerei jamais tudo o que está acontecendo agora.
Até mais!

29 de agosto de 2008

Concordo em gênero, número e grau!


Estamos com fome de amor!

Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão" (já citei essa frase em uma crônica antiga, mas ela sempre volta)! Pretensiosamente digo que assino embaixo sem dúvida alguma.

Parem pra notar: os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias. Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances sexuais dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormirem abraçados. Sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega? Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.

Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!" unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos.

Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.

Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza?

Um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida...

Antes idiota que infeliz!
(Arnaldo Jabor)

20 de agosto de 2008

For San with love!

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo!
(N, Nando Reis)

21 de julho de 2008

On the road

As coisas estão sempre mudando, ainda bem.
Há três meses, novos rumos apareceram diante de mim: mudar novamente de cidade, prá um lugar bem mais distante, um lugar que julgo ser diferente do que estou acostumada.
Medo do desconhecido? Completamente natural.

A cada mudança, muda quase tudo: a esperança se renova, mil projetos pipocam na minha mente, ficamos cheios de expectativas de que tudo seja melhor. E realmente é.
Sempre tento tirar o melhor de todas as situações, boas ou ruins. Porém por mais que eu esteja feliz, tem horas que não é tão fácil. Não tem como não sentir saudades de pessoas especiais que ficarão...mais uma vez.
Duro, muito duro...

São tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, tanta coisa prá ajeitar, correr atrás, que nem paro muito prá pensar. Mas quando a noite chega, o silêncio vem, fico no meu quarto, feliz por estar indo, mas um pouquinho triste, já sentindo saudades do que foi legal aqui.

Alguns exemplos, só prá ilustrar:

Aqui eu voltei a jogar vôlei. Que amor, que paixão, que vontade de parar o tempo e fazer com que aquelas duas horas durassem para sempre. Vivia feliz de novo, fazendo algo por mim, algo que realmente me dava prazer, mais do que qualquer outra coisa nessa vida!
Dessa forma, conheci muita gente boa, que vai ficar guardada na memória. Foi muito bom enquanto durou...

Aqui conheci também outra modalidade: vôlei paraolímpico. Fui convidada um dia para treinar, gostei muito e fui ficando. Além de aprender algo diferente em matéria de esporte, aprendi mais um monte de coisas em matéria de vida. Saudades!

Aqui voltei a ser feliz como quase sempre. Felicidade existe, sim! Tem gente que acha que não, que foge dela sem perceber, justamente por não acreditar que ela existe.
Eu achei a dita cuja bem cedinho, felizmente. Viver ficou mais fácil, mais leve, mais cheiroso, muito melhor!
Anos incríveis se passaram, claro que com algumas dificuldades, mas a união venceu sempre. Amor nunca faltou.
Houve uma fase difícil, em que quase tudo se perdeu. Eu disse quase. O respeito e a amizade nos fizeram olhar adiante, mesmo que fosse praticamente impossível sermos um só de novo.
Mas nós conseguimos!
Depois disso tudo, anos ainda mais incríveis já se passaram e outros, muito melhores, virão!

Aqui, enfim, estreei na vida acadêmica. Muitas lições aprendi em apenas um semestre, que vou levar comigo aonde eu for.
E as pessoas: um menino legal, com uma garra incrível, que tem um ideal e faz de tudo para alcançá-lo. Vai longe, com certeza!
Cé: te admiro, te adoro, quero ser sua prima prá sempre...rs

Tem uma outra alma muuiito especial: uma bonequinha meiga, amiga de verdade, a melhor que alguém poderia encontrar. Essa história estava escrita, só pode ser...
Te adoro, Cê, muito, muito, muito!!!

Aqui eu morei numa casa linda, alugada, que parecia ter sido feita sob medida para mim. Tem tudo o que eu gostaria que a minha casa tivesse e fui muito feliz morando nela. Eu quis possuí-la, mas ainda não foi dessa vez. Essa ainda não é a minha Jacareí...rs
Aqui não é o meu lugar. Ou é? Quem sabe?

Aqui eu me viciei em churros de novo, em casquinha do Mc Donald's, em fazer esporte com freqüência, em fugir do frio, em receber gente, em falar de monte, em ir ao cabeleireiro (outro ser especial, inesquecível!), em comprar nas Americanas, em bordar, em ter amigos, em gargalhar novamente e ser muito feliz!

Aqui eu aprendi o que é o amor verdadeiro, o respeito às diferenças, a vender os meus bordados, a cuidar das violetas com sucesso (inédito), a olhar as crianças de um jeito melhor, a ter mais paciência, a ser menos egoísta e preconceituosa, a ser adulta (com todas as vantagens e desvantagens que isso implica). Aprendi a vencer as dificuldades que existem na vida de todos nós e a ouvir minha intuição. Também aprendi a me amar mais, compreender mais e errar menos, bem menos.

Ah, aqui eu freqüentei o cinema! Não podia deixar de contar isso.

Aqui tive Deus sempre comigo, em todos os momentos!
Chorei ao entrar na igreja daqui pela primeira vez, estranhando tudo e todos. Ontem chorei ao me despedir das pessoas, nessa mesma igreja e pensei que nem tudo é perfeito. Mas só aos nossos olhos, porque sei que não cai sequer uma folha de uma árvore sem que Deus permita, então...

Muitas coisas ainda serão feitas nessa minha última semana nesse lugar.
Hoje é segunda-feira, a doideira da mudança está só começando.
Porém eu tenho a agradável sensação de que passei por aqui e fiz a diferença na vida das pessoas, assim como elas fizeram na minha.
Saudades desde já, e força sempre!







8 de julho de 2008

Aperfeiçoamento: a palavra do dia!


"O minuto que você está vivendo agora é o minuto mais importante de sua vida, onde quer que você esteja.
Preste atenção ao que está fazendo.
O ontem já lhe fugiu das mãos.
O amanhã ainda não chegou.
Viva o momento presente, porque dele depende todo o seu futuro.
Procure aproveitar ao máximo o momento que está vivendo, tirando todas as vantagens que puder para seu aperfeiçoamento."

Uma amiga orkuteira me mandou e tem muito a ver com meu atual momento: mudança de ares, de vida, de quase tudo. Mais uma vez, encerrando um ciclo e iniciando outro, sem medo, com muita fé e força.
Que Deus nos ilumine, sempre!
Amém!