Dia desses percebi que aqui em casa já estava tudo organizado depois da mudança: crianças adaptadas à cidade e às escolas novas, casa com tudo o que estava faltando (vendi quase tudo em Goiás), enfim, tudo tinha entrado nos eixos. Então resolvi que era hora de procurar um novo emprego para mim. Ajeita curriculum daqui e dali, configura tudo, escolhe uma fonte formal e bonita, imprime num papel chiquérrimo que tenho e pronto.
Tenho curso técnico em Edificações, porém ainda não possuo registro na ordem de classe (CREA), e isso às vezes se torna um impecilho. Porém pensei que não seria um registro (ou a falta dele) que me deixaria de fora do mercado de trabalho. E fui à luta.
Deixei quatro curriculum em construtoras aqui perto de casa, para facilitar. Isso foi uma sexta-feira. Na segunda já me ligaram marcando entrevista numa delas, a melhor delas, diga-se de passagem.
No dia seguinte, no horário marcado estava lá eu, nervosa, tremendo, gaguejando, e sendo indagada sobre minhas experiências profissionais...
Ficaram de me dar a resposta no dia seguinte, que foi quarta-feira. Nada. Quinta. Nada. E eu ansiosa, pensei mil coisas que poderia ter dito, outras quinhentas que deveria não ter dito, etc e tal. Quando eram quase 17h, tomei a liberdade de ligar na empresa e perguntar se eu era ou não a escolhida. Nunca, nunca, nunca façam isso em casa!!!
Eu não agüentei de curiosidade e fiz, pois na sexta-feira seria feriado, e eu teria de passar mais 3 dias na expectativa. Nem pensar!
A resposta que ouvi foi positiva: “O RH não te ligou ainda? Você foi a escolhida”... Ai que tuuuuuudoooo!
Muito bom. Estou toda satisfeita, feliz da vida. Tudo se encaixou de maneira perfeita e essa que vos fala é a mais nova assalariada da cidade. Uhuuuuuuuuuu!
O trabalho enobrece o homem...e a mulher também...
Notícias de um mundo louco, meio certo, meio incerto...Coisas sérias e coisas tolas. Aqui tem de tudo, sem meias verdades: a vida como ela realmente é!
23 de abril de 2010
3 de abril de 2010
Parece cartão postal, mas não. Parece conto de fadas, mas também não é!
Escrevo cartas ainda, apesar de toda a tecnologia que paira sobre nossa vida. Adoro! Outro dia escrevi para meu marido, de tanta saudade. Ele continua lá, no interior de Goiás. E eu acho charmosa a surpresa de abrir a caixa de correio e encontrar, em meio a contas e mais contas, um envelope diferente, com notícias de alguém muito especial.
Depois de quase 60 dias distantes, eu e o love nos encontramos no cenário mais lindo de todos: Florianópolis-SC. Larguei os filhotes aqui, com minha mãe, peguei meu carro e fui-me aventurar pela estrada, sozinha. Quer mais liberdade? Cantando em altos brados, me sentindo poderosa... Depois de percorrer os 300 km entre cá e lá, o encontro tornou-se real. E foi tão bom, tão lindo, tão perfeito...
Quarto de hotel, cidade maravilhosa, tempo escasso (e por isso melhor aproveitado), muita saudade...ai, ai...(suspiro...)
Tive tempo para andar pelo centro e fazer comprinhas, almoçar num canto sossegada, ter certeza absoluta que lá é o paraíso, desejar mil coisas para a vida inteira.
Ainda tivemos momentos com amigos num bar, muita risada, muita cerva na cabeça (deles), um pouquinho de álcool na minha também (erro do garçom!) e a noite acabou lindamente...
Esse ano de 2010 começou maravilhoso e assim tem sido: luas-de-mel perfeitas, mudança, trabalho novo (logo conto), vida nova...que Deus abençoe mais e mais!
Um brinde ao amor. Um brinde aos sonhos, e à realidade! Um brinde à vida!
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